terça-feira, 25 de novembro de 2014

Bolsa de gelo ou compressa morna?

Há pouco tempo vi uma paciente perguntando o que usar para reduzir inchaço. A primeira resposta de cara de uma outra paciente foi: "compressa gelada". A pessoa que perguntou não foi específica por não mencionar quanto tempo tinha de cirurgia e a pessoa que respondeu também não se deu o trabalho de questionar. A internet também não é um bom lugar para pesquisar sobre isso. Já li de tudo e dependendo do problema que for é uma coisa diferente.

Bom, a resposta estava errada! Se a paciente tivesse perguntado o que usar para evitar o inchaço, aí sim seria correto. Sabe quando a gente se machuca e pedem pra colocar gelo? É porque o gelo tem função de evitar que o local lesionado fique inchado, e não reduzir o inchaço. Por isso que tem que ser colocado no momento da lesão, porque depois que inchou não adianta. Vai servir no máximo de anestesia. Por isso que para muitos problemas de dor, o gelo vai ser a opção recomendada. 

Apesar de muitas pessoas falarem que sentiu dor no pós-operatório, a ortognática é bem conhecida por ter um pós indolor. Eu mesma não senti...foi só incômodo mesmo. De qualquer forma, nesse caso procurem seu cirurgião pra saber que medida tomar.

Voltando ao assunto...

E para o caso específico de edema provocado pela cirurgia ortognática? Vamos esclarecer isso de vez? 

O que vou dizer agora não é invenção da minha cabeça, tá? Foram recomendações que recebi do meu cirurgião na época que fiz a cirurgia. A compressa gelada só vale para os primeiros dias logo após a cirurgia. O gelo, como eu disse, evita o excesso de inchaço e tem efeito anestésico. Depois que o inchou tudo que tinha pra inchar é compressa morna. Ela serve para reduzir o edema residual, servindo como drenagem para o líquido retido pelo edema. 

Na parte da compressa morna o que eu fazia?



Botava pra ferver uma panela de água no fogão. Depois colocava uma bolsa de termogel e deixava uns 3 minutinhos com o fogo ainda ligado. Para os desligados pra evitar de botar fogo na cozinha a recomendação é desligar o fogo e deixar na água quente por uns 10 minutos! rs

Eu enrolava a bolsa com uma toalha ou pano para não queimar o rosto, já que eu gostava de deixar a bolsa bem quente. Isso porque teria que deixar a compressa no rosto por 30 minutos, e a temperatura não se mantêm por esse tempo. Aí quando a bolsa ficava com uma temperatura suportável eu tirava a toalha enrolada nela. Repetia esse processo até completar os 30 minutos. Então quanto mais quente eu deixava a bolsa, menos vezes eu precisaria repetir o processo, sacou o macete?

É isso pessoal, mais uma dica do meu blog para vocês!

E boa recuperação pra quem precisa.

:)

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Tratamentos para recuperação da sensibilidade

Nas cirurgias de avanço de mandíbula (classe II) é bem comum acontecer dormência na gengiva, lábios e queixo. Ela pode ser temporária, com a sensibilidade voltando em alguns meses ou, em casos mais raros, a permanente. O Dr. Jonathas Claus explica no seu blog que isto acontece devido ao nervo mandibular que corre dentro do osso da mandíbula. Quando é realizada a osteotomia sagital (para os casos de avanço) a separação é feita próxima do trajeto do nervo. Nessa manipulação que ocorre a perda temporária da sensibilidade (neuropraxia).

Pra quem está nos primeiros meses de cirurgia só resta ir no fonoaudiólogo especializado em motricidade oral para acelerar o retorno dessa sensibilidade e mais o quê? Paciência! Olha ela de novo aqui blog (risos)

Nos casos mais graves, onde há diminuição permanente da sensibilidade existem duas possibilidades de tratamento ditos eficazes: o laser e a acupuntura. Surpresa para você que achava que eles só estavam voltados para estética. Eu não domino o assunto sobre esses dois tipos de tratamento e também não conheço lugares para indicar. Então quem puder colaborar aqui nos comentários relatando sua experiência ou contando um pouco do que sabe seria bem legal pra quem visita o blog. 

LASER


Eu cheguei a fazer umas duas visitas ao HUPE (Hospital Universitário Pedro Ernesto) para fazer esse tipo de tratamento que na época era novo e ainda estava sob teste. Não fui mais vezes porque no serviço público o tempo de espera do atendimento é muito demorado. Na época estava sem tempo e não dei continuidade. Não posso dizer que houve melhoras pela quantidade de visitas que fiz.


ACUPUNTURA


Procurei uma clínica no mesmo prédio onde trabalhava para testar a acupuntura. Até peguei um pedido de indicação com meu médico. O legal que a clínica aceitava plano de saúde. Mas não cheguei a fazer pois a especialista que queria só atendia mais pro fim do dia e pra sair da Barra da Tijuca tarde, só quem mora no Rio de Janeiro entende como é difícil.

Pra quem se interessar: 
Ortofisio da Barra | Convênios e Particulares | Av. das Américas 8445, sala 809/810, Barra Tower Offices | Tel: 2439-2465 e 2429-5146.

Então está aí a dica! E quem quiser contar sobre a eficiência de qualquer um desses dois tratamentos fiquem à vontade pra comentar aqui.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Apoio psicológico pós-Ortognática

Pessoal, vim aqui falar de um assunto muito sério. Continuem lendo!


Quando decidimos realizar a cirurgia fazemos plano pra tudo (ou pra quase tudo!). Planejamos os gastos com exames, consultas, dentista, cirurgião, medicamentos e fono. A fono às vezes nem entra nos planos, né! Depois vem aqui com 5 meses de P.O. dizer que não consegue abrir a boca (risos). É bem assim.

Mas não vim falar disso. Há uns quatro meses atrás recebi uma mensagem anônima aqui no blog, eu diria, bem negativa e desmotivadora...até mais do que isso, mas no momento não consigo encontrar palavras para descrever. Até titubeei responder a pessoa com uma mensagem de incentivo e conforto porque vi que ela estava precisando. Mas ao mesmo tempo pensei que ela talvez nem leria minha mensagem. E o pior! Várias outras pessoas que acessam meu blog diariamente pra buscar informação, esclarecimento e um pouco de estímulo poderiam ler o que ela escreveu e se assustar. E o que eu fiz com a mensagem? Exclui! #mejulguem

Por isso que os nossos queridos doutores aconselham aos pacientes não lerem nada na internet. Não no sentido de esconder dos pacientes a "verdade". Entendem que no impulso do momento, misturado ao sentimento de frustração e um teclado na mão a gente escreve o que quer? Sem parar um minuto sequer para avaliar a própria situação? Então, foi isso que pude perceber na mensagem anônima. Será que ela não tava no 1º mês de recuperação? (estava!) Será que o cirurgião fez todos os procedimentos com sucesso? (não sei!) Será que ela tem inclinações graves de ansiedade? (parecia!). 

Lembram que eu falei sobre ter paciência? "A paciência é, acima de tudo, sabedoria, é esperar o momento certo de fazer ou de dizer as coisas, sem criar nenhum tipo de rejeição." E apenas 1 mês de recuperação não é o momento certo para rejeitar a cirurgia e dizer o que pensa. 

Sem dúvida a pessoa que escreveu a mensagem precisava de apoio psicológico. Então, pense na possibilidade de incluir isso também nos seus planos pré-operatório. Para algumas pessoas que passaram de letra pelo processo de recuperação podem até pensar que é exagero. É muito louco gente! Mas não é exagero. Percebi isso em alguns e-mails que recebo. As pessoas ficam realmente transtornadas, porque mexe com o emocional e inicialmente com a auto-estima. Já falei aqui e repito que ninguém vai sair da maca parecendo a Scarlett Johansson ou o Bradley Cooper. E também se não ficar não culpe o cirurgião por isso. Deixa pra próxima encarnação! (risos). 

Brincadeiras a parte e voltando a tratar dessa questão com seriedade, esse assunto merece toda a atenção dos pais e pessoas próximas dos pacientes que farão a cirurgia. Notem qualquer comportamento atípico ou depressivo. Algumas vezes o próprio paciente reconhece não estar sabendo trabalhar com os sentimentos nessa fase sozinho e procura ajuda. Reconhecer é um grande passo! 

Lembrando também que é uma longa fase. São quase 12 meses de recuperação. Gente! É normal ficar chateado. Eu mesma fiquei quando a minha cara ficou cheia de espinhas, por exemplo. De não ter nem vontade de sair de casa. Mas fui correr atrás de resolver o problema. Não fui na internet xingar a ortognática. O máximo que fiz foi relatar esse caso aqui no blog para as pessoas saberem que isso pode acontecer.

Procurar um psicólogo profissional é imprescindível para algumas pessoas. Não façam do seu cirurgião um psicólogo. Todo mundo já conhece a fama que alguns cirurgiões tem, né? (excluindo o meu). Essa questão é mais séria do que a gente pensa. Não é um desabafo aterrorizador aonde quer que coloque que vai resolver a sua angústia. Eu tô aqui quase cinco anos depois desde que passei por isso, à 1 da manhã, morrendo de sono, atolada em trabalho pra pedir pra vocês não temerem a cirurgia. E cuidado com as coisas que leem na internet. É um ano de uma lenta e exaustiva recuperação pra um vida inteira de alegria.

Não tá conseguindo sozinho? Procure um psicólogo. Uma base mental e espiritual vinda de um profissional nesse momento pode ser ótimo para o paciente refazer sua estrutura emocional. Levem isso em consideração ao fazer os planos para a ortognática.

Até breve pessoal! ;)

domingo, 1 de junho de 2014

Valor da cirurgia e outros serviços


Galera da ortognática!

Algumas pessoas têm me perguntado quanto paguei pela cirurgia. Sei que é uma curiosidade inevitável, pois precisamos fazer um planejamento de gastos antes de realizá-la. Eu mesmo tive essa curiosidade. Infelizmente para a maioria dos nossos sonhos, os custos estão envolvidos. E precisamos saber o quanto separamos ou juntamos para alcançarmos. Não é uma cirurgia barata e não é todo mundo que pode pagar. 

Eu não informo o valor exato que paguei pela cirurgia por uma simples questão de respeito ao trabalho dos profissionais que eu tratei. Principalmente, pela questão do blog que tomou um alcance que eu nem imaginava. Os nomes de todos eles estão amplamente divulgados aqui e em qualquer busca no Google é possível achar. Imagine se o nome do profissional que citei estiver vinculado a um valor? Bom, eu não acho legal.

Uma das razões de não falar é porque esse valor provavelmente estaria desatualizado dentro de um período. A segunda questão é que o orçamento depende da complexidade da cirurgia e do valor que o profissional agrega com o tempo de experiência, entre outros critérios. 

Assim como eles, eu trabalho prestando serviços para clientes. E já tive problemas com relação a valores em duas situações completamente distintas. Eram custos diferentes e, por consequência, orçamentos diferentes. Já podem imaginar o que aconteceu, né? Um dos clientes queria que eu cobrasse o mesmo valor que cobrei da cliente numa situação anterior. Chato isso né! Por isso que eu não falo. Não quero que nenhuma pessoa chegue no consultório do meu buco dizendo: "Ah, mas a Beliza disse que você cobrou tanto dela...". 

Dessa mesma forma funcionará com meu ortodontista e minha fono. Se quiserem saber valores, eu passo o contato, mas prefiro que perguntem diretamente pra eles.

Com relação a cirurgia, geralmente passo uma média de valor correspondente a época que fiz. Sem contar com a anestesia, hospital e material, os honorários de uma cirurgia como essa pra uma equipe pode variar entre R$10.000,00 e R$25.000,00 (em 2010). Já li pessoas que pagaram menos de R$10.000,00 (em 2010). Mas é aquilo pessoal: depende da complexidade do caso, depende da experiência do cirurgião, depende do local onde reside, depende de muita coisa. Quanto ao local já vi que tem estado que cobra mais caro que no Rio de Janeiro, por exemplo.

Então é isso pessoal, acho que essa média já dá pra vocês terem uma ideia. Queria poder ajudar de alguma forma sem falar o valor exato que paguei. Mas de qualquer forma é sempre bom procurar o melhor profissional possível e que caiba no bolso. Não estou dizendo para fazer no mais barato. Lembre sempre que o barato pode sair mais caro. É clichê mas é verdade! É da nossa saúde, da nossa vida, da nossa auto-estima que estamos tratando. Busquem, em primeiro lugar, referências e indicações antes do preço.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Cobertura e Reembolso

Oi pessoal, como vai a vida? Melhor depois da ortognática né! Difícil no começo mas depois de um aninho fica tudo lindo!

Então, tô de volta aqui hoje para falar sobre cobertura de plano e reembolso. Já contei como foi esse processo comigo anteriormente mas não sei se fui muito clara, pois recebi alguns e-mails sobre esse assunto. Então vou voltar ao passo a passo do meu caso:

1 A minha primeira ação pra realizar a cirurgia foi procurar um ortodontista já com a decisão tomada de fazer a ortognática. Fiz os exames, botei o aparelho, iniciamos o tratamento ortodôntico voltada para a cirurgia e ele me indicou um cirurgião da confiança dele. Fui na consulta com o cirurgião que confirmou a minha necessidade e pediu que eu voltasse quando o orto me liberasse para a cirurgia. Mas, enquanto isso, é importante que os dois se comuniquem.

2 Minha cirurgia não teve cobertura total do plano, porque meu cirurgião não era conveniado as operadoras de saúde. Então os honorários da equipe e anestesia eu paguei do meu bolso, por isso que falo que essa parte foi particular.

3 O fato do cirurgião não ser conveniado as operadoras de saúde não impede de ter cobertura em outras coisas, tipo: hospital e materiais. Por isso que essa parte eu digo que tive cobertura do plano. Parte essa caríssima, principalmente os materiais. Lembrando que os planos são obrigados a cobrir os gastos com esse dois itens depois de atestado os motivos funcionais para a ortognática. Mesmo que a nossa primeira motivação seja estética, temos sempre problemas funcionais.

4 Não fiquem preocupados de como proceder com a cobertura. O próprio buco auxilia nesse processo. No meu caso, ele me deu duas cartas para serem direcionadas ao plano de saúde: uma com o pedido cirúrgico, relatando o diagnóstico e a necessidade da minha cirurgia com uma previsão de data e local da cirurgia. Outra com a lista de materiais cirúrgicos com o nome da empresa representante, para o plano de saúde solicitar a compra.

5 Quando eu ligo pro hospital pra marcar a cirurgia (Lembrando! Eu passei uma data prevista...a data só se confirma depois que o plano autoriza) eles pedem toda essa documentação e encaminham para a Operadora de Saúde. Esta por sua vez, entra em contato comigo, aí começa o lenga lenga. Tem que fazer perícia, tentam trocar por hospital mais barato, tentam trocar por material mais barato, blá, blá, blá. No meu caso, conseguimos manter tudo como planejamos e até perícia não precisei fazer. Meu cirurgião argumentou que não ia trocar por material mais barato, argumentando os riscos de se usar materiais com qualidade inferior (Isso que é profissa!). E eu argumentei que não ia trocar o hospital. Um pouco mais de 1 mês depois, saiu a autorização. Mas nem sempre é fácil assim. Tem gente que leva bem mais tempo. Tive sorte!

6 Depois da cirurgia peguei os recibos de todos os profissionais envolvidos. Os recibos são necessários para dar entrada no processo de reembolso pelos honorários. Dependendo do tipo de convênio que possui podem acontecer três situações: ou não conseguir reembolso, ou um valor quase insignificante ou quase metade do que se gastou. O que é muito bom! Ex: Se pagou R$12.000 pela cirurgia, pode conseguir de R$ 5.000,00 a R$ 6.000,00 de reembolso. Na época eu tinha o Unibanco AIG que reembolsou quase metade. Esse meu plano era excelente, pena que não tenho mais!

7 Além do cirurgião entregar os recibos dos envolvidos, ele entrega outra carta de solicitação de reembolso, relatando o tipo cirurgia que foi feita e o valor orçado e pago por mim.

8 Depois é só entrar em contato com seu plano e saber como funciona o processo para entrar com o pedido de reembolso.


Espero que este post possa sanar todas as dúvidas sobre essa questão. Claro que algumas informações de cobertura e plano vocês precisarão buscar com seus respectivos cirurgiões ou com sua operadora. Não sou guia de cobertura de plano gente! (risos). Obrigada por visitarem a página. Sempre um prazer poder ajudar! Beijos e abraços.

quinta-feira, 13 de março de 2014

ANTES e DEPOIS especial 4 anos

Oi pessoal! Voltei com mais fotos. Como as daqui no blog já estavam bem velhinhas resolvi fazer esse post especial de 04 anos. Da esquerda para a direita, a primeira em 2010, alguns dias antes de passar pela cirurgia; a segunda um ano depois e a terceira desse ano, mais recente. Ex-classe II com muito orgulho!

Gostaram?

Ps: Gente! Não vale entrar aqui no blog pra perguntar qual cirurgia que fiz. Não quer ler o blog tudo bem, mas olha pelo menos o título do blog que já te responde...hehehe, não é por nada não. Mas só avisando! ;)




terça-feira, 11 de março de 2014

E quatro anos se passaram...

Há exatamente quatro anos eu estava no hospital São José no Rio de Janeiro, sendo submetida a uma cirurgia, que durou aproximadamente 5 horas, para corrigir a formação óssea do meu rosto que afetava não só algumas das minhas funções, que não eram tão graves, mas que comprometia muito a estética.

Depois da ortognática, tive que passar por uma série de adaptações: acostumar com o rosto novo, enfrentar problemas de acne, aprender a falar de novo, mastigar e realizar os mesmos movimentos que fazia antes da cirurgia. Simples coisas como usar um canudo, assoviar, umidificar os dentes superiores com a lingua ou espalhar batom só com os movimentos dos lábios eram impossíveis.

Existem pacientes que não conseguem lidar com essas situações sozinhas e procuram ajuda de um psicólogo, que nesse caso, acho fundamental. Consegui passar por essa fase, de certa forma, tranquila e com boa aceitação, pois sabia que era temporária. Claro que a ansiedade batia, mas consegui controlá-la bem. Fazia até questão de contar as pessoas que tinha passado por essa cirurgia pra ninguém achar que meu rosto era daquela forma. Mas mesmo quem não sabia, não ficava me olhando estranho. Na verdade quem me olhava com estranheza eram os meus amigos que ficavam tentando ver a antiga Beliza naquele novo rosto. Meu marido conheci quando eu estava com dois meses de pós. E nem mesmo sabia se conseguia beijar! Mesmo com minha auto-estima baixa, o bichinho se apaixonou por mim...hehehe. Deve ser mesmo tudo neura da nossa cabeça!

Algumas pessoas comentaram comigo que não tinham ninguém com quem contar para receber cuidados no pós cirúrgico, ajuda essa, fundamental principalmente nos 5 primeiros dias que são os mais complicados. Fiquei meio receosa de responder: "Não! Não tem como!". Não poderia responder isso pois não sei como seria se eu tivesse sozinha. Mas que a participação da minha mãe foi imprescindível nesse processo foi. Aliás, não sei como seria se ela não tivesse do meu lado se mal conseguia ficar 5 minutos em pé, por causa do peso da cabeça. Quem conseguiu passar por essa experiência sozinha, conte aqui nos comentários. Vai matar a minha e a curiosidade de outras pessoas.

Bom, logo depois que fiz a cirurgia precisei pegar no backup de fotos antigas para colocar aqui no blog o "antes e depois". Como eu ainda estava acostumada com meu rosto antigo, apesar de ver a diferença, aquilo não me causou espanto. Uns meses atrás precisei acessar de novo as fotos antigas e...TCHARAN! Fiquei chocada! Como eu mudei! Até mesmo depois de feita a cirurgia houve mudanças...fiquei mais velha! (risos). Mas brincadeiras a parte, houve sim melhoras mesmo depois de 01 ano que fiz a cirurgia.

Então parei com o blá blá blá que vocês estão mais curiosos pra ver as fotos né. Olha aí!


ANTES


DEPOIS


sábado, 8 de março de 2014